È LIBERO QUESTO POSTO ?
 


TRANSPORTE PÚBLICO

Aqueles que me conhecem sabem que faço qualquer coisa pra não dirigir um automóvel. Se morasse numa cidade que tivess um transporte público decente, creio que nem carro teria. Ou apenas pra poder pegar estrada. Nem preciso dizer que fiquei encantado com o transporte público europeu, principalmente em Barcelona, onde eles tem até o chamado Nit Bus, um ônibus que começa a circular depois das 23 horas, quando deixam de fazê-lo os de linha comum. Em outras palavras, você pode sair de um boteco às 3 horas da madruga e pegar um ônibus que vai te deixar na porta de casa (as linhas que cobrem toda a cidade, com ônibus a cada 15/20 minutos).

Quando entrei pela primeira vez numa estação de metrô, em Barcelona, me chamou a atenção um cronômetro, que marcava o tempo faltante para a chegada do próximo trem. Tapuia desconfiado, fiquei atento pra ver se o sistema funcionava. Bingo! Quando faltavam 5 segundos para o cronômetro zerar, eis que surgiu a aguardada composição. Fiquei encantado. Míriam comentou que existe um sistema desse para os ônibus, que não funciona porque os motoristas não sabem operá-lo.

Lembrei-me disso hoje pela manhã, quando cheguei na estação ferroviária. A circulação de trens estava com atraso e a estação apinhada de gente (diga-se, todos lendo o Jornal do Trem, para o qual a Nath escreve - hehehe). Quando eu digo apinhada de gente, acreditem-me! Cerca de cinco minutos depois, despontou no horizonte o trem. As pessoas começaram a se empurrar, tentando encontrar a melhor posição para tentarem entrar na lotada composição. Fiquei observando aquela bagunça, pensando em Barcelona, quando veio o melhor. Uma voz ressoou dos alto-falantes:

- Informamos aos senhores passageiros que se não conseguirem entrar neste trem, esperem o próximo.

Assim, curto e grosso, sem qualquer outra informação de quanto tempo demoraria pra chegar o próximo. Seria cômico, se não fosse trágico. Resumindo, tive de esperar uns 40 minutos pra conseguir entrar em um. E ainda por cima, pra vir trabalhar. Ninguém merece!

Onde está escrito entra, fica o tal cronômetro, quando o trem não está na plataforma



 Escrito por Luís Varinha às 18h15
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NÃO TEM PREÇO

Eu sempre digo que viajar é a melhor coisa do mundo. Ter a oportunidade de conhecer outros costumes, outras culturas, interagir com as pessoas (mesmo com a dificuldade da língua, visto que non parlo inglese), enfim. Estava verificando os lançamentos de filmes e me deparei com essa imagem, do filme Na Mira do Chefe:

 

Ken (Brendan Gleeson) e Ray (Colin Farrell), que, após uma difícil missão, foram mandados de férias à cidade de Bruges, na Bélgica

Esta foi uma das cidades visitadas por nós, recentemente. Pensar que você já esteve ali e conheceu o lugar, faz valer cada centavo investido na viagem. Não tem preço!



 Escrito por Luís Varinha às 17h34
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SURREAL

Dialógo que acabei de ouvir, vindo da mesa ao lado:

- Alô.

- Quem fala?

- É o Adson.

- Adson, aqui é o Edson. Me deixa falar com o Hudson?

Me lembrei daquela famosa frase, a única sem consoantes, dita por um surfista, ao ver um cachorro vindo em sua direção:

- Ó o au-au aí, ó!



 Escrito por Luís Varinha às 17h21
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PARIS

A luz de Paris, ao cair da tarde, é de deixar qualquer fotógrafo maluco.

Em breve começarei a postar as fotos. Por hora, fiquem com uma palhinha.



 Escrito por Luís Varinha às 13h47
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IDEAFIXA

Está no ar mais um número de minha revista virtual predileta.

http://www.ideafixa.com/11/flippt.php



 Escrito por Luís Varinha às 13h42
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BUSH CAINDO

Ok, não é novo. Mas é sempre um prazer brincar com essa proteção de tela.

Pau no Georgie!

http://www.planetdan.net/pics/misc/georgie.htm

(já sabe... se ele se enroscar é só clicar com o mouse em cima e arrastá-lo pra fazê-lo cair novamente)



 Escrito por Luís Varinha às 18h49
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MINICONTOS DE TERROR

Se alguém curte, segue o link do TerrorZine, uma seleção de minicontos de terror, organizados pelo Ademir Pascale, do Cranik. Em pdf.

http://www.cranik.com/terrorzine2.pdf



 Escrito por Luís Varinha às 18h04
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FIO TERRA

Muito engraçado esse vídeo que me foi enviado pelo Alex, fiel frequentador desse humilde blog.



 Escrito por Luís Varinha às 17h58
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CHAVEZ

Fiquei bege! Só eu não sabia que o Chavez é casado com a Dona Florinda?

O ator mexicano Roberto Gómez Bolaños, intérprete do personagem Chaves, e sua esposa a atriz Florinda Meza, conhecida pelo papel de Dona Florinda, participam de campanha beneficente no México.



 Escrito por Luís Varinha às 11h42
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É NÓIS NO OSCAR!

Corinthians lança filme da torcida sobre redenção e 'por Oscar'

Alexandre Sinato - Site Uol
 
Há um ano, o Corinthians vivia conturbado momento político e técnico que culminou com o rebaixamento à Série B do Brasileiro. Mas agora a história é outra e o ambiente, oposto. Fazendo boa temporada e cumprindo sua obrigação de retornar à elite, o clube fez parceria com uma produtora e prepara um filme sobre a iminente redenção do time, contada principalmente pela fiel torcida.

O lançamento oficial do projeto foi feito na tarde desta quinta-feira, no Parque São Jorge. O título é dirigido por Andrea Pasquini e tem como roteiristas Serginho Groisman e Marcelo Rubens Paiva. Seu lançamento nos cinemas brasileiros está previsto para fevereiro ou março de 2009. "Não é só um DVD. O filme vai para o cinema e vamos brigar pelo Oscar", brincou o presidente Andres Sanchez.

A novidade do filme é a participação dos torcedores, por isso, inclusive, o título é "Fiel". Os corintianos poderão enviar vídeos e relatar suas histórias por meio de um site. As melhores serão escolhidas e incluídas.

"Tudo vai ser narrado pelo próprio torcedor, não haverá um outro narrador", explicou o apresentador e jornalista Serginho Groisman. "A partir dos depoimentos vamos adotar os critérios. Se faltarem algumas coisas, será apenas pelo critério", emendou ele, questionado se haveria algum tipo de censura sobre as histórias dos torcedores.

"Seria interessante ouvir os caras que tentaram invadir o vestiário, por exemplo, pois faz parte da historia do trágico ano de 2007, mas isso não é fundamental para o filme", explicou Rubens Paiva.

Os responsáveis ainda esperam que o título não seja utilizado politicamente no clube. Isso porque Andres Sanchez, candidato a presidente nas eleições marcadas para o início de 2009, avisou que pretende dar seu depoimento (pouco antes de chorar ao lembrar o rebaixamento).

"Não temos pretensão nem idéia de que haja mistura da política interna do clube com o filme, espero que ele sobreviva ao longo do tempo sem se ligar à política do Corinthians", projetou Groisman.

Segundo Andrea Pasquini, o orçamento do filme ainda não foi definido e o Corinthians não irá enviar dinheiro para a produção. "Estamos no início da filmagem, então é difícil falar de valores. E o Corinthians não entra com aporte financeiro. Estamos em busca de mais patrocinadores."

Mesmo não investindo nenhum dinheiro na obra, o clube do Parque São Jorge receberá pelo uso da marca. Esse montante virá de porcentagem de bilheteria, da venda de DVD, além de parte das cotas de patrocínio.

A apresentação do filme acontece no momento em que o Corinthians caminha a passos largos rumo à elite. Apenas uma catástrofe improvável impossibilitará o acesso do clube. Fato que inviabilizaria a idéia central do título. A equipe lidera a Série B com 16 pontos de vantagem para o quinto colocado Barueri, restando 11 partidas para o término do campeonato.

Terceira obra
A G7 Cinema, produtora responsável pelo "Fiel", já tem duas obras no futebol bastante conhecidas: "Inacreditável - A batalha dos Aflitos", sobre a conquista da Série B pelo Grêmio em 2005, e "Gigante - Como o Inter conquistou o mundo", sobre o título mundial do Inter em 2006.


 Escrito por Luís Varinha às 11h40
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FUTEBOL NA VEIA!

Nestes 21 dias que fiquei fora do ar, o mais próximo que cheguei do futebol foi a visita ao Camp Nou. Acompanhei pela internet, mal e porcamente, a classificação do Grêmio Osasco, e do Corinthians pouco soube além dos resultados. Por isso, voltei disposto a tomar futebol na veia, pra fazer a adrenalina subir.

Ontem, fui ao Pacaembú para ver o Coringão empatar com o Santo André, de forma dramática, com gol aos 45 minutos do segundo tempo, depois de estar perdendo por 2 a 0. E vivi uma situação nova pois, como estava num local reservado à imprensa, não podia me comportar como torcedor. Portanto, assisti ao jogo com espírito observador, quase sem paixão (impossível se comportar assim quando se está no meio da torcida). E fiquei encantado com a festa que fez a torcida, embora em campo o time não merece tal atitude. Foi simplesmente encantador. Os manos e minas gritaram e pularam o segundo tempo inteiro, como que a empurrar o time pra cima do adversário. Num determinado momento, tive a certeza de que não perderíamos a partida. E no final, veio o empate pra compensar a festa das arquibancadas. A torcida mereceu o empate. O time, pelo futebol que jogou, não. E pra fechar com chave de ouro, no final pude gritar "Uh, Marcelinho", pra homenagear o melhor jogador que já vestiu aquele manto sagrado!

E como miséria pouca é bobagem, hoje cedo teve mais. O glorioso Grêmio Osasco enfrentou o Guaçuano e com a vitória assumiu a liderança de seu grupo. Foi um jogo ruim, truncado, que valeu mesmo somente por causa dos três pontos conquistados. Mas a adrenalina correu solta mesmo foi antes do início da partida, pois a ambulância não estava a postos e o árbitro impediu (como manda o regulamento) o início da partida.

A regra determina que o ele espere no mínimo 30 minutos (o máximo fica a critério dele) e encerre a partida, com perda de pontos do mandante. Já imaginou trabalhar por quase um ano para, na fase decisiva do campeonato, perder três pontos em casa por falta de uma ambulância, incompetência do poder público que é obrigado a garantí-la? Pois é... imagina o sufoco.

Resumo da ópera: a dita cuja chegou 37 minutos atrasada e o árbitro foi compreensivo, para nossa sorte. Depois de passados 30 minutos, ele poderia ter encerrado a partida a qualquer momento. No final, vencemos. Mas as pernas ficaram bambas pelo resto do dia.

Tudo bem, precisava de uma adrenalina futebolística. Mas precisava tanto?



 Escrito por Luís Varinha às 22h19
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